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Em grande estilo

Festança artística marcou a 20ª edição do Prêmio Braskem de Teatro ontem no Teatro Castro Alves, tendo como mestres de cerimônia Emanuelle Araújo, Luís Miranda e Marcelo Praddo.  Elísio Lopes Júnior (além da direção assinou os textos em parceria com Fábio Espírito Santo) conseguiu uma façanha no comando da festa: fugindo da mesmice de premiações anteriores (com exceções) transformou o espetáculo em evento pop. O formato de concerto cênico-musical, que teve como tema Cada cena, cada canção trouxe o novo alicerçado em profissionais da melhor qualidade. Na relação, orquestra conduzida pelo maestro Ângelo Rafael Fonseca e Jarbas Bittencourt; coreografia de Zebrinha; canções de bambas como Luciano Bahia, Sérgio Souto, Alexei Turenko, Marquinhos Carvalho e do próprio Jarbas; Fábio Espírito Santo (iluminação); Zuarte Jr e Rino Carvalho (figurino) e o recurso cênico Mapping, tipo de projeção de imagens que vem sendo utilizado por grandes empresas em vários países. E mais: o talento de atores e dançarinos baianos, que arrasaram em suas performances de dança, teatro e canto. O grande homenageado da noite foi o renomado diretor de teatro paulista (quase baiano) José Possi Neto, que em sua fala demonstrou como ama Salvador e cada vez mais se sente surpreendido com a criatividade da classe artística local. Sua sobrinha Luiza Possi (participou do show cantando duas músicas, uma, em referência à primeira participação de sua mãe, Zizi Possi, no teatro baiano, o antológico musical Marilyn Miranda, dirigido por Possi Neto) entregou o prêmio  ao tio. A premiação também homenageou figuras que marcaram o teatro na Bahia. Dentre elas, Nilda Spencer, Wilson Mello, Mário Gusmão, Jurema Penna, Aydil Linhares e Regina Dourado. O prêmio de Melhor Espetáculo (Dissidente) foi entregue a Gordon Neto por Jorge Souto (diretor de Sustentabilidade da Braskem), que, na ocasião, anunciou projeto futuros para a área de teatro. Confira nos cliques de Paulo Sousa            

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